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Caros amigos, amigas e leitores, muito tem se falado nos principais meios de comunicação sobre o ajuste fiscal que está sendo praticado por nosso governo federal, e que tem como principal executor o Ministro da Fazenda
Joaquim Levy. De fato, é necessário um reequilíbrio das contas públicas. Eu mesmo em meu último editorial já fui um pouco mais afundo no tema, mas gostaria de debater o verdadeiro ajuste que precisamos fazer, não só em nossa economia, mas em nossa sociedade: a mudança da mentalidade assistencialista para a empreendedora. Como diria Ludwig von Mises, grande economista da Escola Austríaca, o empreendedor tem como função elementar prever com maior precisão a demanda dos consumidores e os atender da melhor maneira, assumindo riscos a partir da alocação de seus recursos. Porém, o que difere Mises e a Escola Austríaca das demais linhas de pensamento é que, numa economia de livre mercado, não somente os detentores dos meios de produção ou do capital agem tentando satisfazer da melhor maneira possível seus consumidores, mas toda a sociedade age nesse sentido, gerando maior riqueza a partir da divisão do trabalho. Expus essa visão de Mises para abordar um tema muito debatido nos últimos dias: as leis trabalhistas e os “direitos” por elas “garantidos”. Como colocou muito bem Leandro Narloch, colunista da Veja, os trabalhadores costumam fugir de países com “melhores” leis trabalhistas. Ele cita: “Operários dos Estados Unidos, onde não há obrigação de aviso prévio, multa por rescisão de contrato nem férias remuneradas, atravessariam desertos a pé para chegar ao México, onde o custo médio de uma demissão é de 74 semanas de trabalho”. Como sabemos, o que acontece é o contrário. Qual o paralelo entre as leis trabalhistas e a visão do empreendedor de Mises? As leis trabalhistas transferem riscos e custos do trabalhador para o empresário, tornando mais difícil e burocrática as contratações, fazendo com que empreendimentos se tornem mais caros e até inviáveis e também levando alguns à falência, tornando a sociedade no geral mais pobre, pois esses empreendimentos gerariam mais emprego, renda e riqueza para a sociedade. A grande mensagem que quero deixar aqui é que temos de tomar cuidado com os “direitos” garantidos por intervenções do Estado, pois normalmente até podem, no curto prazo, trazer algum benefício para uma classe específica, mas no longo prazo tornará a sociedade mais pobre e cada vez mais dependente do Estado. Isso é o que Friedrich August von Hayek denominou como “O Caminho da Servidão”, que Venezuela, Grécia, Argentina e tantas outras nações estão seguindo. Creio que não queremos o mesmo destino, por isso, precisamos de uma sociedade mais empreendedora e menos assistencialista. Após essa breve reflexão, vamos conferir o que teremos de bom nessa edição da Revista Baronesa, a melhor revista da região. Na capa, temos a honra de exibir a beleza e carisma de uma das maiores artistas desse país: a linda Claudia Leitte. Como sempre, temos excelentes dicas de moda, gastronomia, tecnologia e bem estar para você se manter por dentro das tendências desses universos. Estão imperdíveis, não deixe de conferir. Quero agradecer primeiramente a Deus, por nos proteger e abençoar me mais uma edição, e a nossos parceiros, colaboradores e leitores por nos apoiarem e confiarem em nosso trabalho, tudo é feito com carinho e dedicação para vocês. Muito obrigado e boa leitura.

A todos, muito obrigado.
Alef Henrique M. Dias

 

 

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