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A opção de colocar os filhos em tempo integral na escola é muito prática para mães e pais que trabalham fora, mas, segundo especialistas em educação, pode beneficiar qualquer família que consiga se adequar a essa rotina. Para tomar a decisão, vários fatores devem ser levados em conta, como os horários e os compromissos dos adultos da casa e até o modo como as crianças gastam o tempo livre. Nas horas extracurriculares, as escolas costumam oferecer atividades educativas e ao mesmo tempo lúdicas para os alunos. Dessa forma, passar o dia inteiro no colégio pode ser mais divertido e construtivo do que, por exemplo, ficar a tarde na frente da TV ou do computador. Do ponto de vista dos psicólogos e pedagogos, não há idade recomendada para colocar os filhos o dia todo na escola. A medida pode ser benéfica para crianças de qualquer idade, pois passar o dia inteiro na escola desde cedo ajuda a desenvolver mais a habilidade de socialização dos pequenos.
Em geral, recomenda-se que a criança ingresse na escola aos 2 anos e permaneça em meio período por um ou dois anos, até se adaptar à nova rotina.
É normal que as crianças fiquem mais cansadas nos primeiros dias da nova rotina. No entanto, se elas ficarem mais agressivas ou silenciosas do que o habitual – ou, então, doentes com muita frequência -, talvez seja o caso de rever a estratégia.

 

 

Crianças precisam de rotina de sono!

Pesquisadores do Reino Unido avaliaram mais de 11 mil crianças entre três e sete anos e descobriram que as que dormiam tarde – depois das 21 horas –, ou que não tinham rotina para dormir apresentaram redução no desempenho cerebral. O artigo mostra que a falta de sono desequilibra o ritmo natural do corpo e, como consequência, o trabalho dos neurônios. Prova disso é que as crianças que apagavam tarde tiveram maiores dificuldades para ler, elaborar um raciocínio matemático e até desenvolver uma percepção espacial. O estudo ressalta também que a molecada notívaga geralmente assistia televisão além da conta. Vamos ficar de olho!

 

 

Pequeno gênio?

Xereta, perguntadora, pronta para se meter onde não foi chamada. Essa é a descrição de uma criança considerada inteligente! Ainda que tempos atrás se associasse a curiosidade infantil com “falta de educação”, a verdade é que ela é sempre bem-vinda, principalmente para pais e professores que sabem valorizá-la, discipliná-la e, sobretudo, legitimá-la. O riso fácil, a alegria espontânea, a facilidade em fazer piadas compatíveis com a idade e rir delas são claros indícios de atividades cerebrais intensas, tempestades de sinapses. A criatividade e imaginação, ainda que controladas por um propósito – o poder de fantasiar e viver as fantasias – um exemplo é “o amigo secreto” que chega lá pelos três ou quatro anos – é forma marcante de inteligência! Se a criança possui os elementos citados acima, estimule-a. Se não os tem, faça-os aparecer.