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Ele marcou o Brasil ao interpretar o Carlito, o palhaço que marcou a novela de “Amor à Vida” e projetou sua carreira nacionalmente a partir desse trabalho, ganhando até o prêmio de ator revelação do “Melhores do Ano” do “Domingão do Faustão”. Anderson Di Rizzi vem crescendo a cada dia e fazendo a cada dia trabalhos melhores e de maior evidência e é mais um campineiro a se destacar no cenário artístico brasileiro. Vamos conhecer mais da vida desse grande ator? Antes da carreira artística, Anderson Di Rizzi sonhava em trabalhar com esportes, mais especificamente como jogador de futebol. Passou pelas categorias de base do Guarani e da Ponte Preta. Começou como instrutor em academia de ginástica e trabalhou no INSS. O ingresso na carreira artística aconteceu depois que ele passou a fazer trabalhos publicitários por indicação de um amigo, que tinha uma agência em Campinas. Anderson se mudou para a capital e participou de algumas campanhas, incluindo um ensaio nu para a revista “G Magazine”. Na época, na década de 90, ele se formou em Artes Cênicas pela Faculdade Paulista de Artes e foi chamado para atuar na novela mexicana “Dia sem Luar”. Em paralelo, fez trabalhos no Brasil. Ficou conhecido por interpretar o Sargento Xavier, na novela “Morde e Assopra”, de Walcyr Carrasco, em 2011. Um ano antes, participou do programa da TV Bandeirantes “Tribunal na TV”. Voltou a trabalhar na Globo ao integrar o elenco da novela “Gabriela”, remake escrito por Walcyr, baseada na obra de Jorge Amado. A participação no remake rendeu outro papel com Walcyr, agora em uma novela das 21h, que foi o grande boom de sua carreira. Ele interpretou o palhaço Carlito, e ao lado de Tatá Werneck, que interpretou Valdirene, fizeram um romance cômico que se destacou na novela “Amor à Vida”, projetando a carreira de ambos.
O personagem e a sinergia com Tatá Werneck marcaram muito o ator, que se emocionou muito após o fim das gravações. Postando uma foto no Instagram, o ator declarou: “Pois é, galera, às vezes o ator precisa dar adeus a seu personagem. Eu aprendi com o palhaço que não vale a pena ficar remoendo o que passou; temos que viver o agora; o que importa é daqui pra frente”, escreveu na legenda de uma foto sua caracterizado como um palhaço. Sobre a parceria com Tatá Werneck, o ator declarou: “Ficamos muito amigos. Na reta final choramos muito, nos abraçamos, fizemos uma oração agradecendo a Deus e mandando energia para o universo, pedindo que a gente se encontre em outros projetos” No currículo do ator, ele acumula alguns cursos como workshop com o diretor francês de teatro Benoar Lambert, em Paris; com o diretor de cinema espanhol Nhack Aierra; interpretação de TV na Escola Wolf Maya, entre outros. Anderson tem uma trajetória nos palcos. Em 1998, atuou na peça “Bananas de Pijamas”, de Lílio Alonso. Em 2000, fez “Antígona”, de Sófocle, com direção de Beatriz Bologna e em 2002, integrou o elenco de “O Despertar da Primavera”, de Frank Wedekind. Fez “Máscaras e O Filho Pródigo”, de sua autoria, direção de Mario Santana, em 2003, e em 2005 integrou o elenco de “Tucunaré”, com direção de Ronaldo Ciambroni. Em 2006, atuou em “Júlio César”, de William Shakespeare. Em 2007, integrou o elenco de “Tesouro de Índio”, com direção de Flávio Kenna e Os Farsantes, de Flávio Kenna, direção de Paulo Perez. Sua última peça teatral foi “A História dos Amantes”, interpretando o personagem “Zezinho”. Aos 36 anos, o ator está gravando o longa metragem “Tô Rica”, com Marcelo Adnet e Marília Pera no elenco e promete dar sequência à sua carreira em ascensão.