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Nascida em Campinas, no dia 02 de agosto de 1986, Rita tinha ainda 4 anos de idade, quando sua mãe a colocou em aulas de música, nas quais Rita aprendeu a tocar teclado, piano, órgão, e também a fazer sons vocais imitando os sons das teclas. Seu brinquedo favorito era um pequeno dispositivo de gravação com microfone, e com a mesma idade, ela costumava se gravar cantando as trilhas sonoras de novelas, em cima das fitas cassettes de seu pai. Isso deixava seu pai um pouco bravo, mas foi assim que ela começou a mostrar sua paixão por cantar e pelas artes.

Quando Rita tinha 10 anos de idade, ela se apaixonou por rock n’ roll e ganhou seu primeiro CD de rock: “Get a Grip” do Aerosmith, vibrando e cantando alto as músicas “Crazy” e “Cryin”.
Aos 12 anos, ela se apaixonou por dança flamenca e começou a fazer aulas em um estúdio de dança em seu bairro. Ela também se apaixonou por Guns n’ Roses, ouvindo todos os dias, por muitos dias, seus CDs em “repeat mode”. Mais tarde, com 13 anos de idade, ela começou a fazer aulas de dança do ventre.

Aos 15 anos, Rita começou a fazer aula de guitarra elétrica por apenas um ano, desejando tocar músicas de rock n’ roll de suas bandas favoritas. No fundo, ela queria mesmo ser uma estrela do rock.

Mas se convenceu desde pequena de que queria ser atriz quando crescesse. Então ela começou a fazer aulas de interpretação, e a se envolver na comunidade de teatro em sua cidade. Aos 16 anos fez “A receita” de Jorge Andrade, que foi a primeira peça em que Rita participou como atriz, e na qual ela conseguiu o papel principal: Jovina, uma personagem muito forte e exigente, pois ela não sai de cena em nenhum momento nas quase 2 horas de espetáculo.

Ela continuou então a participar do teatro e do cenario da dança em sua cidade natal por mais 2 anos, antes de ir fazer faculdade de teatro em São Paulo. Dançou em muitos shows de flamenco e dança do ventre com as escolas de dança Centro de Arte Flamenca, Café Tablao e Companhia de Danca Arte Milenar Jimena Lourenço. E ainda fez mais duas peças teatrais: “Quero a Lua” e “Um Cadillac Para as Estrelas”, dirigidas por Helcio Henrique.

Aos 18 anos ela foi para São Paulo para estudar teatro no curso Comunicação e Artes do Corpo na PUC-SP. Ela passou os 4 anos da faculdade aprendendo e explorando todo o universo do teatro, lendo todos os clássicos da dramaturgia, e escrevendo cenas e peças curtas de sua própria autoria. Rita esteve num projeto de teatro com embasamento moderno e contemporâneo, chamado “E o passaro se confundiu com o vento” dirigido por Antonio Rogerio Toscano, baseado na peça francesa “O defunto” por Rene Obaldia, o movimento Surrealista e as artes visuais desse período. Rita fez o papel principal na peça (Julia) e pela primeira vez ela teve que cantar uma canção em cena, causando grande impacto sobre o público. Durante os 4 anos de faculdade, em que viveu em São Paulo, participou de mais duas peças de teatro: “PEM PEM PEM” e “Bailei na Curva”, ambos dirigidos por Aline Ferraz.

Aos 22 anos, após a faculdade, Rita decidiu se mudar para o Rio de Janeiro para explorar mais o mundo da televisão. Ela participou de aulas de câmera no Cal – Centro das Artes de Laranjeiras – e começou a fazer audições para trabalhos de teatro e TV lá. Ela começou a participar de uma série, dirigida por um diretor de TV no Rio de Janeiro, mas nada parecia certo. O personagem, o ambiente, o roteiro, tudo parecia muito superficial. Então, ela desistiu desse projeto para voltar para sua cidade natal, para estar mais em contato com ela mesma. E alguns meses depois, ela voltou para São Paulo almejando estar envolvida em projetos mais significativos, que pudessem trazer mais impacto no público.

Ela então começou a fazer aulas de teatro musical em São Paulo. Ela já fazia aulas de canto com Lucila Tragtenberg, desde a faculdade. Após três meses de aulas de teatro musical, no início de 2011, ela cantou em seu primeiro musical como Mary Poppins em “Making musicals 3”, dirigido por Hudson Glauber e Wolf Maya. Foi a partir dali que Rita decidiu que tinha que ir aos EUA para estudar teatro musical. Então ela fez o teste para o AMDA, College and Conservatory of the Performance Arts, e em 5 de outubro de 2011 mudou-se para Los Angeles para começar as aulas no semestre de outono. Durante os 2 anos do programa da escola, ela entrou no universo do teatro musical e no dos escritores do teatro americano, e tentou obter o máximo de conhecimento possível. Ela participou do musical “Now Departing”, dirigido por Jane Lanier, com um dueto no no papel da secretaria da canção “The temp & the Secretary”.

Depois de se formar na AMDA, Rita fez muitas audições de teatro musical, mas começou a perceber que sua primeira paixão sempre foi cantar. Ela se lembrou da Rita menina, que costumava mexer nas fitas cassettes de seu pai cantando e se gravando por cima das músicas originais, ou da Rita adolescente, que gostava de passar horas cantando suas canções favoritas de rock no karaokê, e descobriu que seu verdadeiro amor é a música e cantar.

Quanto mais ela descobria quem ela era como pessoa, ficava mais claro que ela sempre quis seguir uma carreira musical. Ela se escondeu por trás dos personagens que ela interpretava no teatro, porque ela pensava que ela não seria ouvida se não estivesse interpretando um personagem. Sua jornada no teatro, dança, musical, foram experiências relevantes que a tornaram mais forte como artista e como pessoa, e consequentemente, acabou levando-a ao seu coração: a música. Ela então vem cantado com diferentes bandas que vão desde bossa nova, jazz e rock n’ roll. No momento ela vem cantando com uma banda cover Rumba Band, fazendo casamentos, jantares dançantes, e todos os tipos de eventos em Los Angeles. E ela também é uma das vocalistas principais da banda promissora de rock n’ roll chamada Lloyd Moss & The Rock Collective.